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Dia 5 de Junho de 2011 - Eleições Legislativas
Sócrates, o PM que levou Portugal à bancarrota e o Povo à miséria...!
Não se esqueçam deste pormenor...!
Andamos a votar nos mesmos à anos! Finalmente percebi que a culpa da crise
É DO POVO PORTUGUÊS!

“Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte, o país está perdido!”
Eça de Queiroz, 1872

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..."
Guerra Junqueiro, 1886

segunda-feira, março 28, 2011

PSD quer anular lei que sobe valor das adjudicações directas do Estado

Miguel Relvas pede ao Governo contenção nas “nomeações e gastos da despesa pública”.

Miguel Relvas aproveitou uma declaração de reacção ao discurso hoje efectuado por José Sócrates para criticar o decreto-lei publicado quarta-feira em Diário da República.

O secretário-geral do PSD anunciou que o partido vai pedir a apreciação parlamentar do decreto-lei que foi publicado em Diário da República na quarta-feira e que eleva o valor dos contratos que podem ser adjudicados pelo Estado sem concurso público.

Num momento em que se pedem sacrifícios aos portugueses, este tipo de comportamento é “inaceitável”, disse Relvas, pedindo ao Governo mais “transparência, rigor e muito cuidado” na despesa.

Miguel Relvas lembrou que, com a nova lei, os ministros passam a poder adjudicar sem concurso público, contratos no valor de até 5,6 milhões de euros. Antes o limite era de 3,75 milhões de euros.

O decreto-lei que o PSD quer agora ver “clarificado”, já foi publicado em diário da república na quarta-feira, como na altura noticiou o Negócios (ver notícia em anexo). A justificação dada pelo Governo para esta actualização - a primeira desde 1999 - é a evolução da inflação.

A reacção do PSD surge no dia em que o “Diário de Notícias” faz manchete com o tema, revelando o que muda face à anterior lei. Segundo o jornal, o valor dos contratos que os directores-gerais podem adjudicar sobe de 100 para 750 mil euros, o dos presidentes de câmara sobem de 150 mil para 900 mil euros e o do primeiro-ministro avança de 7,5 para 11,3 milhões de euros.

Relvas deixou também outro recado: “a um governo exige-se contenção nas nomeações e gastos da despesa pública”.

De acordo com a lei, os decretos-leis podem ser submetidos a apreciação da Assembleia da República, para efeitos de cessação de vigência ou de alteração, a requerimento de dez Deputados, nos trinta dias subsequentes à publicação em Diário da República.

Requerida a apreciação de um decreto-lei elaborado no uso de autorização legislativa, e no caso de serem apresentadas propostas de alteração, a Assembleia poderá suspender, no todo ou em parte, a vigência do decreto-lei até à publicação da lei que o vier a alterar ou até à rejeição de todas aquelas propostas.

In Negócios online
27 Março 2011 | 19:12
Nuno Carregueiro - nc@negocios.pt
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