Seja bem-vindo. Hoje é

Dia 5 de Junho de 2011 - Eleições Legislativas
Sócrates, o PM que levou Portugal à bancarrota e o Povo à miséria...!
Não se esqueçam deste pormenor...!
Andamos a votar nos mesmos à anos! Finalmente percebi que a culpa da crise
É DO POVO PORTUGUÊS!

“Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte, o país está perdido!”
Eça de Queiroz, 1872

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..."
Guerra Junqueiro, 1886

Mostrar mensagens com a etiqueta jornal económico. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta jornal económico. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, abril 05, 2011

Transportes públicos vão ficar mais caros

Finanças

Governo confirma que procederá a uma actualização extraordinária das tarifas dos transportes públicos em 2011.

Será a segunda subida de preços em 2011, já que no arranque do ano se procedeu a aumentos de 3,5% nos passes sociais e de 4,5% no global das tarifas.

Em mais uma tentativa de acalmar os ânimos nos mercados, o Ministério das Finanças divulgou hoje um comunicado onde antecipa alguns dados da execução orçamental do primeiro trimestre e onde também garante que as medidas do PEC IV, aquele que foi chumbado no Parlamento, "estão a ser implementadas pelo Governo actualmente em gestão".

E entre essas medidas para reduzir o défice para 4,6% este ano está uma actualização extraordinária das tarifas dos transportes públicos que consta no PEC IV, mas que nunca foi quantificada pelo Executivo. Ou seja, sabe-se que os preços vão subir, mas desconhece-se em quanto.

Segundo o mesmo comunicado das Finanças, hoje divulgado, os transportes públicos vão voltar a ficar mais caros já este ano. Entre o lote de medidas que o Governo diz que serão implementadas inclui-se "a actualização extraordinária das tarifas dos transportes públicos e uma intensificação do controlo dos custos no Sector Empresarial do Estado", que deverão originar uma poupança equivalente a 0,1% do PIB.

In Económico online
Pedro Latoeiro
05/04/11 18:20
.
Nota: Pois é... Quem paga a nova frota de BMW's e Audi's dos administradores da Carris, quem é??? A Carris apresentou um buraco financeiro de 775,5 milhões de euros, a equipa de administradores decidiu alugar quatro carros topo de gama no valor total de 176.182 euros. Desde 5 de Março que a Carris reduziu 14 carreiras, que incluíram a extinção de seis carreiras (7, 39, 92, 752, 780 e 204), a supressão de duas ao fim de semana (768 e 781) e o encurtamento do percurso em cinco (12, 702, 706, 727 e 745). A empresa justifica estas alterações com a necessidade de reduzir despesas públicas, impostas pelo Estado. O Mercedes E350 foi atribuído ao presidente da empresa, José Manuel Silva Rodrigues, o BMW 320D é usado pelo vogal Fernando Jorge Moreira da Silva, e os dois Audi A6 2.0 são utilizados pelos vogais Maria Isabel Antunes e Joaquim Zeferino. Maravilha...!!! E o Povo é disto que gosta, pá! 
.

Infografia: Realidade desmente Governo

Nos últimos anos, as contas públicas têm estado no centro discussão política. Ministros desdobram-se em declarações, muitas acabam desmentidas. Veja alguns exemplos.





In Negócios online
04 Abril 2011 | 20:06
Nuno Teixeira - Infografia
.

segunda-feira, março 28, 2011

A culpa

A culpa de não haver PEC 4 é do PSD e do CDS. A culpa de haver portagens nas Scuts é do PSD que viabilizou o PEC 3. A culpa do PEC 3 é do PEC 2. Que, por sua vez, tem culpa do PEC 1.

Chegados a este, a culpa é da situação internacional. E da Grécia e da Irlanda. E antes destas culpas todas, a culpa continua a ser dos Governos PSD/CDS. Aliás, nos últimos 16 anos, a culpa é apenas dos 3 anos de governação não socialista.

A culpa é do Presidente da República. A culpa é da Chanceler. A culpa é de Trichet. A culpa é da Madeira. A culpa é do FMI. A culpa é do euro.

A culpa é dos mercados. Excepto do "mercado" Magalhães. A culpa é do ‘rating'. A culpa é dos especuladores que nos emprestam dinheiro. A culpa até chegou a ser das receitas extraordinárias. À falta de outra culpa, a culpa é de os Orçamentos e PEC serem obrigatórios.

A culpa é da agricultura. A culpa é do nemátodo do pinho. A culpa é dos professores. A culpa é dos pais. A culpa é dos exames. A culpa é dos submarinos. A culpa é do TGV espanhol. A culpa é da conjuntura. A culpa é da estrutura.

A culpa é do computador que entupiu. A culpa é da ‘pen'. A culpa é do funcionário do Powerpoint. A culpa é do Director-Geral. A culpa é da errata, porque nunca há errata na culpa. A culpa é das estatísticas. Umas vezes, a culpa é do INE, outras do Eurostat, outras ainda do FMI. A culpa é de uma qualquer independente universidade. E, agora em versão pós Constâncio, a culpa também já é do Banco de Portugal. A culpa é dos jornalistas que fazem perguntas. A culpa é dos deputados que questionam. A culpa é das Comissões parlamentares que investigam. A culpa é dos que estudam os assuntos.

A culpa é do excesso de pensionistas. A culpa é dos desempregados. A culpa é dos doentes. A culpa é dos contribuintes. A culpa é dos pobres.

A culpa é das empresas, excepto as ungidas pelo regime. A culpa é da meteorologia. A culpa é do petróleo que sobe. A culpa é do petróleo que desce.

A culpa é da insensibilidade. Dos outros. A culpa é da arrogância. Dos outros. A culpa é da incompreensão. Dos outros. A culpa é da vertigem do poder. Dos outros. A culpa é da demagogia. Dos outros. A culpa é do pessimismo. Dos outros.

A culpa é do passado. A culpa é do futuro. A culpa é da verdade. A culpa é da realidade. A culpa é das notícias. A culpa é da esquerda. A culpa é da direita. A culpa é da rua. A culpa é do complexo de culpa. A culpa é da ética.

Há sempre "novas oportunidades" para as culpas (dos outros). Imagine-se, até que, há tempos, o atraso para assistir a uma ópera, foi culpa do PM de Cabo-Verde.

No fim, a culpa é dos eleitores, que não deram a maioria absoluta ao imaculado. A culpa é da democracia. A culpa é de Portugal. De todos. Só ele (e seus pajens) não têm culpa. Povo ingrato! Basta! Na passada quarta-feira, a culpa... já foi.
____

Económico online
28/03/11 00:03
António Bagão Félix, Economista
.

PSD quer anular lei que sobe valor das adjudicações directas do Estado

Miguel Relvas pede ao Governo contenção nas “nomeações e gastos da despesa pública”.

Miguel Relvas aproveitou uma declaração de reacção ao discurso hoje efectuado por José Sócrates para criticar o decreto-lei publicado quarta-feira em Diário da República.

O secretário-geral do PSD anunciou que o partido vai pedir a apreciação parlamentar do decreto-lei que foi publicado em Diário da República na quarta-feira e que eleva o valor dos contratos que podem ser adjudicados pelo Estado sem concurso público.

Num momento em que se pedem sacrifícios aos portugueses, este tipo de comportamento é “inaceitável”, disse Relvas, pedindo ao Governo mais “transparência, rigor e muito cuidado” na despesa.

Miguel Relvas lembrou que, com a nova lei, os ministros passam a poder adjudicar sem concurso público, contratos no valor de até 5,6 milhões de euros. Antes o limite era de 3,75 milhões de euros.

O decreto-lei que o PSD quer agora ver “clarificado”, já foi publicado em diário da república na quarta-feira, como na altura noticiou o Negócios (ver notícia em anexo). A justificação dada pelo Governo para esta actualização - a primeira desde 1999 - é a evolução da inflação.

A reacção do PSD surge no dia em que o “Diário de Notícias” faz manchete com o tema, revelando o que muda face à anterior lei. Segundo o jornal, o valor dos contratos que os directores-gerais podem adjudicar sobe de 100 para 750 mil euros, o dos presidentes de câmara sobem de 150 mil para 900 mil euros e o do primeiro-ministro avança de 7,5 para 11,3 milhões de euros.

Relvas deixou também outro recado: “a um governo exige-se contenção nas nomeações e gastos da despesa pública”.

De acordo com a lei, os decretos-leis podem ser submetidos a apreciação da Assembleia da República, para efeitos de cessação de vigência ou de alteração, a requerimento de dez Deputados, nos trinta dias subsequentes à publicação em Diário da República.

Requerida a apreciação de um decreto-lei elaborado no uso de autorização legislativa, e no caso de serem apresentadas propostas de alteração, a Assembleia poderá suspender, no todo ou em parte, a vigência do decreto-lei até à publicação da lei que o vier a alterar ou até à rejeição de todas aquelas propostas.

In Negócios online
27 Março 2011 | 19:12
Nuno Carregueiro - nc@negocios.pt
.

domingo, março 27, 2011

Finanças alertam para mails fraudulentos sobre impostos

Fisco

Económico
27/03/11 00:03

É um caso de ‘phishing’. Finanças alertam para e-mail falso e fraudulento que está a ser recebido por alguns contribuintes.

O Ministério das Finanças e da Administração Pública emitiu hoje um comunicado, onde alerta para uma mensagem de e-mail "falsa e fraudulenta, alegadamente enviada pela Direcção-Geral dos Impostos".

Segundo o comunicado, um número significativo de contribuintes recebeu recentemente uma mensagem de e-mail intitulada ‘Tem uma divida por liquidar...Saiba mais' que pretensamente os chama à atenção para uma suposta dívida por liquidar perante a Administração Fiscal e que os solicita a conhecer os detalhes do respectivo processo através da utilização de um ‘link' disponibilizado na própria mensagem.

"Trata-se de uma mensagem falsa e fraudulenta - um caso de ‘phishing', mediante a qual os respectivos autores, de forma criminosa, tentam aceder a elementos de informação relativos aos contribuintes visados - que se encontra já a ser alvo de investigação pelas entidades competentes", avisa o ministério.

As Finanças dizem ainda que todas as mensagens de ‘mail' que a DGCI envia aos contribuintes identificam sempre o nome completo e o Número de Contribuinte dos destinatários.

"A DGCI não envia nunca mensagens de correio electrónico genéricas e sem aquela identificação. O nome e o NIF que são enviados nas mensagens ‘mail' são sempre exactamente iguais aos que constam do cartão do contribuinte (ou do cartão do cidadão)".

"A DGCI só envia mensagens ‘mail' aos contribuintes que tenham senha de acesso ao Portal das Finanças e que tenham autorizado a DCGI a enviar-lhe essas mensagens. As mensagens são sempre enviadas para o endereço electrónico que os contribuintes indicaram no Portal das Finanças e nunca para qualquer outro", acrescenta.

O comunicado termina com um alerta aos "contribuintes em geral para a necessidade de não seguirem qualquer indicação constante das mensagens referidas, que, mais uma vez se refere, resultam de uma operação criminosa".

.

sexta-feira, março 25, 2011

Financial Times: Portugal teria a ganhar em tornar-se uma província do Brasil

Lex Column

Colunista do Financial Times lança uma proposta provocatória para resolver a crise de dívida: que Portugal seja anexado pelo Brasil.

A imprensa britânica não poupa na ironia para apontar saídas para a crise de dívida que Portugal atravessa. A equipa de colunistas do Lex do Financial Times diz que Portugal podia tornar-se uma província do Brasil.

"Aqui vai uma maneira ‘out-of-the-box' para lidar com o problema: anexação pelo Brasil (uma década de 4% de crescimento anual do PIB, muito mais elevado recentemente). Portugal seria uma grande província, mas longe de ser dominante: 5% da população e 10% do PIB".

E falam das vantagens, apesar da perda de ‘status'.

"A antiga colónia tem algo a oferecer, mesmo para além da diminuição dos ‘spreads' de crédito e, proporcionalmente, défices e contas correntes governamentais muito mais baixos. O Brasil é um dos BRIC, o centro emergente do poder mundial. Isto soa melhor lar que uma cansada e velha União Europeia", escreve o FT, numa alusão aos avanços e recuos do Velho Continente em lidar com a crise de dívida soberana.

Além disso referem que a UE considera Portugal problemático: "Sem governo, elevada resistência à austeridade e crónico desempenho económico".

In Económico online
25/03/11 16:23
.
[N.W.]- Infelizmente, o meu comentário a este artigo, publicado no Jornal online Económico, foi CENSURADO uma vez que não foi publicado apesar das DUAS TENTATIVAS efectuadas nesse sentido, ao contrário de dezenas deles com atitudes racistas, xenófobas e insultuosas. Parece que o LÁPIS AZUL da CENSURA deste jornal não deve ter gostado da prosa que escrevi, mas aqui fica ela:

«Portugal pode ser um País pequenino geográfica e territorialmente falando; Portugal pode ser um País pobre, pedinte, miserável mesmo em ordem a outros pretensos "ricalhaços" europeus ou mundiais; Portugal pode ser odiado por ter possuído colónias Ultramarinas no tempo do Estado Novo Salazarista; por ter feito uma descolonização imperfeita, vagabunda, graças ao "pai" Soares; Portugal pode ser um País com milhões, biliões de defeitos; Portugal pode ser um País de chicos-espertos que nada fazendo na puta da vida, andam a sacar o dinheiro (leia-se subsídios) aos que trabalham e pagam impostos; Portugal pode ser isto tudo e muito mais, mas Portugal não tem culpa de ter incompetentes, corruptos, mafiosos e aldrabões a governarem-no há quase 37 anos!
E Portugal, no fundo, no fundo, é tão miserável e mesquinho como todos os outros Países que falam mal dele! Apesar disto tudo, eu AMO O MEU PAÍS, tenho ORGULHO em ser PORTUGUÊS e honro a terra que me viu nascer e me verá morrer! VIVA PORTUGAL!!!»

Foi por ter escrito a palavra «puta» que fui censurado? Não, porque existem termos mais insultuosos em muitos outros comentários a este artigo. Enfim... É a "democracia" que nos pretendem impingir! Só que deixei de acreditar nela...