Seja bem-vindo. Hoje é

Dia 5 de Junho de 2011 - Eleições Legislativas
Sócrates, o PM que levou Portugal à bancarrota e o Povo à miséria...!
Não se esqueçam deste pormenor...!
Andamos a votar nos mesmos à anos! Finalmente percebi que a culpa da crise
É DO POVO PORTUGUÊS!

“Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte, o país está perdido!”
Eça de Queiroz, 1872

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..."
Guerra Junqueiro, 1886

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terça-feira, abril 26, 2011

Egas Moniz pede a doentes que tragam remédios de casa

O Hospital Egas Moniz, em Lisboa, está a pedir aos doentes para trazerem de casa a medicação para tomarem enquanto estão internados, avança o Correio da Manhã.

A coordenadora do Sindicatos dos Enfermeiros afirmou ao CM que esta é uma «prática generalizada». «Antes, os hospitais forneciam a medicação, mas agora pedem-na aos doenbtes. E quando tiverem alta têm de os comprar», conta.

Também no Hospital dos Capuchos se passa uma situação semlhante, como descreve o CM. Esta unidade passou a pedir o pagamento de 362 euros por mês pelo antivírico Tenofovir.

O bastoinário da Ordem dos Médicos considera esta situação «chocante». «É inaceitável e ilegal, porque um hospital do Serviço Nacional de Saúde não pode pedir o pagamento dos medicamentos», disse José Manuel Silva ao CM.

Comentários no online:

amcsol 26.04.2011 - 11:34
O 25 de Abril abriu o poder aos maiores bandalhos da História de Portugal!
Ai Salazar... tanta falta fazes! Já estavam todos isolados, por ex. no Tarrafal!

ravp 26.04.2011 - 11:33
Ainda há quem tenha o descaramento de defender quem nos conduziu a esta miséria.

Belenenses 26.04.2011 - 11:33
Srª Ministra Ana Jorge e agora? Ficou ofendida ao apelo para o apoio a maternidade Alfredo da Costa e agora aparece este mais incisivo e directo O ministro Teixeira dos Santos depois de ver as suas culpa e incompetência já deixou de aparecer em publico. Mas há Ministros que ainda na fase terminal não querem reconhecer o falhanço total e arrombo aos dinheiros públicos pela má gestão e esconderem a verdade, para não se dizer mentira diária e repetida. Porque o chefe do Governo não vale apenas falar dele, porque sofre da doença da mentira e de difícil cura. Quem o ouve parece que nem esteve no governo e as culpa é dos outros, mas se os povinho gosta de ilusionistas o que havemos de fazer!

AlMachArab 26.04.2011 - 11:31
ESTE HOSPITAL E, PROVAVELMENTE MUITOS E/OU TODOS OS OUTROS, TEM MÉDICOS QUE FAZEM CIRURGIAS PLÁSTICAS A ARTISTAS, DE CARÁCTER ESTÉTICO, COM MATERIAL (SALA, UTENSÍLIOS, ETC. ) E PESSOAS DO S.N.S. ISTO É VERÍDICO, INVESTIGUEM ESTAS E OUTRAS SITUAÇÕES ABUSIVAS !

Jorge Vag 26.04.2011 - 11:25
HA ha ha ha ha ha...

Hora Certa 26.04.2011 - 11:22
os pacientes em resposta devem de exigir ao hospital, que querem ser acompanhados por mulheres profissionais do sexo

In SOL online
26 de Abril, 2011
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sábado, abril 09, 2011

O buracão

Um e-mail recebido que dá para pensar... Ora leiam.

A direcção das farmácias tem vindo a ser abandonada pelos farmacêuticos e a ser ocupada por toda a sorte de "investidores"; por outro lado, o regime jurídico da farmácia tem assistido a vários ziguezagues e remendos avulsos, sem que ninguém fiscalize nada.

Portanto, não será generalizado mas devem ser crescentes situações como estas:

«- Uma grande fraude que se está a passar nas farmácias.
- Ai sim? Ora conte lá isso...
- O senhor jornalista lembra-se de quando ia aviar remédios à farmácia e lhe cortavam um bocadinho da embalagem e a colavam na receita, que depois era enviada para o Ministério da Saúde, para reembolso às farmácias?

- Lembro, perfeitamente... Mas isso já não existe, não é verdade?
- É... Agora é tudo com código de barras. E é aí que está o problema... É aí que está a fraude. Deixe-me explicar: como o senhor sabe, há muita gente que não avia toda a receita. Ou porque não tem dinheiro, ou porque não quer tomar um dos medicamentos que o médico lhe prescreveu e não lhe diz para deixar de o receitar. Ora, em algumas farmácias - ao que parece, muitas - o que está a acontecer é
que os medicamentos não aviados são na mesma processados como se o doente os tivesse levantado. É só passar o código de barras e já está. O Estado paga.

- Mas o doente não tem que assinar a receita em como levou os medicamentos? - Perguntei.
- Tem. Mas assina sempre, quer os levante, quer não. Ou então não tem comparticipação... Teria que ir ao médico pedir nova receita...

- Continue, continue - Convidei
- Esta trafulhice acontece, também, com as substituições. Como também
saberá, os medicamentos que os médicos prescrevem são muitas vezes substituídos nas farmácias. Normalmente, com a desculpa de que "não há... Mas temos aqui um igualzinho, e ainda por cima mais barato". Pois bem: o doente assina a receita em como leva o medicamento prescrito, e sai porta fora com um equivalente, mais baratinho. Ora, como não é suposto substituírem-se medicamentos nas farmácias, pelo
menos quando o médico tranca as receitas, o que acontece é que no processamento da venda, simula-se a saída do medicamento prescrito. É só passar o código de barras e já está. E o Estado paga pelo mais caro...

Como o leitor certamente compreenderá, não tomei de imediato a denúncia como boa. Até porque a coisa me parecia simples de mais. Diria mesmo, demasiado simples para que ninguém tivesse pensado nela. Ninguém do Estado, claro está, que no universo da vigarice há sempre gente atenta à mais precária das possibilidades. Telefonei a alguns farmacêuticos amigos a questionar...

- E isso é possível, assim, de forma tão simples, perguntei.
- É!... Sem funfuns nem gaitinhas. É só passar o código de barras e já está, responderam-me do outro lado da linha.

- E ninguém confere? - Insisti.
- Mas conferir o quê? - Só se forem ter com o doente a confirmar se ele aviou toda a receita e que medicamentos lhe deram. De outro modo, não têm como descobrir a marosca. E ó Miguel, no estado a que as coisas chegaram, com muita malta à rasca por causa das descidas administrativas dos preços dos medicamentos... Não me admiraria nada se viessem a descobrir que a fraude era em grande escala...

E pronto... Aqui fica a denúncia, tal qual ma passaram... Se for verdade... Acho que é desta que o Carmo e a Trindade caem mesmo!»
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