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Dia 5 de Junho de 2011 - Eleições Legislativas
Sócrates, o PM que levou Portugal à bancarrota e o Povo à miséria...!
Não se esqueçam deste pormenor...!
Andamos a votar nos mesmos à anos! Finalmente percebi que a culpa da crise
É DO POVO PORTUGUÊS!

“Não há princípio que não seja desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não há nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Ninguém crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências. Diz-se por toda a parte, o país está perdido!”
Eça de Queiroz, 1872

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas..."
Guerra Junqueiro, 1886

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sexta-feira, fevereiro 18, 2011

Jerónimo Martins aumenta salários e dá prémios aos trabalhadores

O Grupo Jerónimo Martins vai aumentar os salários dos trabalhadores este ano e atribuir prémios de 275 euros a cada trabalhador, anunciou hoje o presidente da companhia, Alexandre Santos Soares.

"A proposta de aumentos ainda está a ser elaborada, não sei quanto representará", afirmou aquele responsável, adiantando que vai atribuir aos "não managers" da empresa, os que trabalham nas lojas e que representam 90% dos empregados da empresa, um prémio de 275 euros, mais 25 euros do que no ano passado e mais 50 euros do que há dois anos.

"Na Polónia a prática é a mesma", adiantou Alexandre Soares dos Santos, explicando que o prémio está diretamente ligado ao aumento de produtividade e resultados da empresa.
Falta de mão-de-obra qualificada

O presidente disse que em Portugal o problema "não é salarial", mas sim a "taxa de absentismo" e falta de mão de obra qualificada.

"Chegou a altura de definir com muita clareza uma política salarial para Portugal, mas deve ser feito empresa a empresa", defendeu, salientando que na Jerónimo Martins "discutimos sempre com as pessoas os salários".

In Expresso online
Lusa
16:20 Sexta feira, 18 de Fevereiro de 2011